Olá meu amigo e minha amiga! Está em consulta pública a Norma Regulamentadora (NR) número 5, que trata da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, ou como é popularmente conhecida, a CIPA.

Esse momento pelo qual estamos passando tem revelado muitas coisas interessantes.

Por exemplo: prevencionistas pedem fim da CIPA.

Isso mesmo, tem muita gente pedindo pelo fim da CIPA (especialmente quando a empresa já tem um Técnico em Segurança (TST) ou até SESMT), é o que podemos ler nos comentários no participa.br .

Mas também tem muitas pessoas defendendo a CIPA.

E aí, revogar a NR-05 inteira? Deixa a CIPA opcional flexibilizando seu dimensionamento? Acabar com a CIPA se empresa já tem SESMT?

Como será que vai ficar no final?

São perguntas intrigantes não é?

É sobre isso que vamos falar no artigo de hoje. E não se esqueça de comentar lá no final dessa página.

Vou postar aqui embaixo alguns pedaços de texto que retirei lá do participa.br para ilustrar. Para preservar a privacidade, não vou colocar o nome das pessoas. Se você for no participa.br poderá ver esses comentários completos.

Primeiro, comentários A FAVOR da CIPA:

“A Rotatividade da CIPA permite multiplicar a quantidade de trabalhadores capacitados minimamente em prevenção de acidentes (fazendo a grande diferença na prática) nos locais de trabalho. “

“Afirmativas que, as CIPAs não funcionam e, que representa apenas garantia de emprego para seus membro é, alto confissão de fracasso do gestor de SST, por falta de habilidade em relações pessoais, mediação de conflitos e, contradição dos empregadores que anuncia o patrimônio humano é o mais importante dos seus negócios”

“Muitas vezes o SESMT não gosta da CIPA, pois ela expõe as falhas do SESMT. Mas a função é fazer o ajuste fino onde o SESMT não acertou as coisas perfeitamente.”

“Uma vez que o TST não pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo, ainda bem que ele tem uma CIPA para ajudar.”

Agora, comentários CONTRA a CIPA:

“A CIPA deve ser extinta, esta NR tem que ser revogada, pois há muitos anos perdeu a sua utilidade, hoje temos diversos canais de comunicação para os funcionários relatarem os problemas que estão ocorrendo e não ter que aguardar uma reunião mensal, que por vezes ele nem pode comparecer. Serve apenas hoje para quem quer estabilidade no seu emprego.”

“Aumentar o quadro do SESMT e extinguir a CIPA. Essa medida otimizaria recursos, pois substituiria custos com treinamento e reuniões de cipeiros – que são leigos e pouco podem contribuir com a prevenção de doenças e acidentes do trabalho – e investiria na contratação de profissionais capacitados. “

“Segurança é assunto de especialista. Hoje temos “várias” metodologias para obter a participação dos empregados no ambiente de trabalho. CIPA muito tempo e esforço e pouquíssimo resultado. “

“A CIPA, de forma prática, tem se tornado um mecanismo de permanência de empresa para funcionários que possuem boa influência e relacionamento com os demais empregados. Vale frisar que isso não quer dizer que de fato tal funcionário tenha um efetivo compromisso com a SST.”

Tem muito mais comentários lá, mas eu selecionei 4 a favor e 4 contra só para ilustrar.

Eu penso que a opinião que cada prevencionista vai ter sobre a CIPA depende muito de suas experiências passadas.

Tem colegas que tiveram boas experiências enquanto outros não.

De fato, a estabilidade é algo que atrai muitas pessoas mal intencionadas e acaba impactando no trabalho da CIPA. Mas, se for acabar com a estabilidade, será que vai ter quórum para formar a CIPA?

São diversos os problemas e é por isso que alguns prevencionistas pedem fim da CIPA.

A minha opinião sobre esse assunto é: deveria haver algum mecanismo (exemplo: privatizar a gestão dos benefícios não programados, como auxílio doença e auxílio acidente) que penalizaria a empresa com resultados ruins na área de saúde e segurança. E, nesse contexto, a CIPA seria uma opção da empresa para melhorar seus resultados em SST, junto com todas as outras opções disponíveis, como investir em um excelente SESMT, melhorar processos de trabalho, eliminar ou neutralizar os riscos do ambiente, etc.

E você, qual a sua opinião?

Digite aqui embaixo seu comentário.


Herbert Bento
Herbert Bento

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Comentários

    105 comentários sobre "Prevencionistas pedem fim da CIPA"

    • Francisco Joais

      Assim como existe o funcionário que só quer a estabilidade no emprego, existem os bons que estão preocupados com a segurança, pois a CIPA é uns instrumento de grande ajuda para o SESMT, para isso depende da atuação tanto da CIPA como SESMT trabalharem juntos, não gerando ciumes entre eles.
      outro ponto é que no treinamento dos cipeiros tem que ter formação e avaliação dos resultados para ficar apenas os que tem afinidade com a segurança.
      Devido ter a rotatividade de pessoas na CIPA isso contribui para o aprendizado de mais pessoas com o minimo de conhecimento.

      • Herbert Bento

        Francisco, obrigado por comentar.

    • Walter Cicero Pereira da Costa

      Concordo com o Luiz Galante, ainda cito mais que deve sr muito bem elaborado o treinamento dos cipeiros, pois ter o nome somente para ter estabilidade é um grande erro, que ainda vejo que não deve ter nem a estabilidade de 1 ano, e, nem do ano corrente em que esta a gestão de cada membro. Ai sim vem o caso do cara que quer colaborar ou só é mera intenção de estabilidade.

    • Antes de mais, quero agradecer a contribuição dos que me antecederam e a EP, pelo debate criado.

      Dizer que sou angolano e vivo em Angola, e sou TST, formado pela ODEBRECHT Angola em 2008. Aqui em angola temos uma ferramenta parecida que chama-se Comissão de Prevenção de Acidente de Trabalho-CPAT.
      Curiosamente ontem publiquei uma matéria sobre o assunto com o tema ” CPAT – UM GIGANTE ADORMECIDO”

      Minha opinião:
      Suponho que, a preocupação não está na comissão, mas sim na sua aplicabilidade em função dos objectivos preconizados;
      Suponho também, que o problema não é dos trabalhadores participar na prevenção de riscos da empresa, mas sim de seus interesses de estabilidade;
      Suponho ainda, que as empresas só criam a referida comissão por imperativo legal.

      Agora uma coisa é certa, “aqui já não suponho” a segurança é responsabilidade de todos, quanto mais trabalhador envolver melhor. E, a melhor forma de envolver os trabalhadores é através da comissão com suporte legal.

      No meu artigo publicado com o tema acima referido, indico algumas razões que torna a CIPA ou CPAT (em Angola), um gigante adormecido.

      Se me permitem deixo aqui o link para verem o artigo.

      Link: https://www.linkedin.com/pulse/cpat-um-gigante-adormecido-yolando-francisco/?trackingId=uurbSKoLnYP%2Bf51rj5r%2B5A%3D%3D

      • Herbert Bento

        Yolando, obrigado por trazer sua experiência de outro país aqui para o nosso debate!

    • José Alberto de Jesus

      A CIPA é de fato algo que não funciona já há algum tempo e só tem atrapalhado tanto o empregador quanto aos profissionais de Segurança do Trabalho. A CIPA é sempre manipulada pelo empregador por conta de uma falsa ESTABILIDADE PROVISÓRIA.
      Ontem terminei de ministrar um curso de CIPA composta por 8 membros. Eles não sabiam sequer qual seria sua função na comissão. Dos 8 membros compareceram no primeiro dia 3 sendo que 1 deixou a sala para atender a um chamado do Supervisor. Hoje o curso iniciou com 3 membros após 2 horas chegou o quarto membro e em seguida 1 deles se ausentou para atender a um chamado do Supervisor.
      Daí , motivos para a NR 5 ser revogada não faltam .
      Sugerimos que seja criado nas empresas a Comissão Voluntária de Segurança e saúde no trabalho , da qual participará trabalhadores que tenham compromisso com às questões prevecionista sem pensar em se manter no emprego porque é membro de uma comissão. A Estabilidade no trabalho se consegue com comprometimento com a atividade desenvolvida para a qual o empregado foi contratado.

      • Herbert Bento

        José, obrigado por compartilhar sua experiência conosco.

    • Rafael Cordeiro

      Lendo os quatro comentários positivos a CIPA, vi que um colega comentou que quem pensa diferente dele é um fracassado profissionalmente (em miúdos foi isso que ele disse). Provavelmente esse colega só trabalhou em multinacionais ou grandes empresas que realmente investem em SST, mas se esqueceu de inúmeros colegas espalhados pelo país que trabalham em empresas menores e com menos recurso e cultura de SST. Não penso em extinção da CIPA, mas penso numa readequação em relação ao desgaste eletivo, carga horária de treinamento que poderia ser diminuída, reuniões mensais que poderiam ser repensadas. Hoje temos diversos meios de comunicação com os empregados e que facilitam nosso trabalho e facilitaria o da CIPA TAMBÉM, também acho que passou da hora de acabar com a estabilidade, assim como em brigadas, a atuação do cipeiro deveria ser voluntária… Hoje estou em uma grande empresa da qual investe em SST e a CIPA funciona independente do SESMT, mas já trabalhei em empresas menores e tenho algo por meus colegas de profissão chamado empatia… Abraços….

      • Herbert Bento

        Rafael, obrigado por comentar!

    • cipa

      Nao sou a favor da extinção da CIPA, pois ela bem atuante na prevenção de acidentes é de suma importancia numa empresa.O seu descredito deve-se a interesses pessoais de alguns dos componentes visando sómente estabilidade no Emprego.Quando houver voluntariedade, compromisso a a CIPA funciona.

      • Herbert Bento

        Obrigado por comentar!

    • Wanderlei Melo

      Sou a Favor da extinção da CIPA, pois realmente como muitos colegas reportaram ai nos comentários, Já fiz parte da CIPA e também fui vice presidente da CIPA em meados de 1996 e desde que comecei a entender deste assunto, alias esse foi um dos motivos que eu realizasse o curso de Técnico em Segurança, onde me formei em 2004.
      e infelizmente de la pra cá em todas as empresas que trabalhei como TST a CIPA não funciona como deveria ser, pois a realidade que a maioria se candidata para ganhar a maldita estabilidade, fazem mil campanhas com promessa de churrasco para todos e por ai vai, preocupado com a segurança são poucos. Hoje já existe muitas ferramentas de segurança que substitui a CIPA, onde eu trabalho por exemplo existe vários multiplicadores de segurança que são treinados para realmente ter a visão da segurança que são denominado de Security Officers , pois foi pensando na segurança que foi decidido criar esses Agentes da segurança para fazer o que a CIPA deixa de fazer e esta funcionando muito bem e sem a estabilidade, aceitaram o desafio por realmente se interessar pelo assunto que é a Segurança.
      Por isso sou a favor do fim desta obrigatoriedade, a empresa que presa por segurança vai sim dar seu jeito e destinara pessoas para fins.

      • Herbert Bento

        Wanderlei, adorei a ideia dos “multiplicadores de segurança”. Excelente! Obrigado por compartilhar conosco.

      • Vanderlei

        Bom dia meu caro Wanderlei Melo
        Eu me candidatei a CIPA aqui na empresa onde trabalho a 8 anos.
        Não penso em instabilidade e nem prometi churrasco para colegas.
        Eu sempre pensava em poder entrar para entender o que açontece na CIPA.
        Também quero saber o porquê um técnico de segurança não resolve grande coisa..

    • Paulo Hausen

      A CIPA perdeu sua função, presenciei a pouco em uma empresa que o mais votado para Cipeiro foi um trabalhador que vivia de atestado e acidente de trabalho, os colegas votaram para o “COITADINHO”, não ser demitido, já vivenciei CIPA que os representantes eram pagos para participarem das reuniões.
      Aplicar em treinamentos e fortalecer o SESMT , acredito que melhorará muito a prevenção de Acidentes.

      • Herbert Bento

        Paulo, obrigado por participar.

    • CLAUDIA SOUSA

      TEM MUITAS EMPRESAS QUE A CIPA É SÓ UMA CAPA NEM ELEIÇÃO TEM , O PRÓPRIO( SESMT;) FAZ TODA CIPA POR BAIXO DOS PANOS OS SUPLENTE E OS DEMAIS SÃO ESCOLHIDOS PELO PRÓPRIO EMPRESARIO,É CLARO QUE ALGUNS FUNCIONÁRIO VÃO ACEITA APENAS PELA A ESTABILIDADE QUE VAI ADQUIRIR DENTRO DA EMPRESA, A MAIORIA NÃO SABE NADA DA CIPA ESSA É A VERDADE.

      • Herbert Bento

        Claudia, obrigado por seu relato.

    • Marcos

      Também sou a favor da extinção da Cipa, poucas empresas cumpri as atribuições da Cipa, só gera acúmulo de serviço e de responsabilidades que acaba sobrando para o Técnico de Segurança .

      • Herbert Bento

        Marcos, obrigado por comentar.

    • Edna Ferreira

      Como TST na área de consultoria, tenho boas e más experiências com a CIPA, bem como com o Designado de CIPA.
      Nas empresas que presto serviço onde a CIPA fez e faz a diferença no ambiente de trabalho tem a ver com a cultura de segurança por parte do empregador, bem como dos gestores.
      Acredito que uma boa gestão do SESMT, bem como da CIPA só é alcançada quando a direção da empresa possui uma boa cultura de segurança.
      Infelizmente uma grande parcela dos empresários, bem como dos gestores não possuem uma cultura de segurança, veem o SESMT como custo desnecessário a suas organizações.
      Da mesma forma que o trabalhador só vai ter algum conhecimento sobre SST quando chega ao mercado de trabalho e dependendo empresa, o empresário também não tem nenhum conhecimento sobre esse assunto. Tanto empregador e empregado não aprenderam nada a esse respeito nos bancos das escolas e das faculdades. Temos hoje empreendedores que passaram por bancos da faculdade, se formaram, abriram suas empresas e nem mesmo a contabilidade contratada não o orientou a respeito da legislação sobre SST ou quando informa, fala muito superficialmente e informa que pode deixar para implementar quando for fiscalizado, também temos aqueles empreendedores que nunca passaram por um banco de faculdade e também não tem nenhum conhecimento, ou seja, é uma falha no sistema governamental do pais.
      Se o país investisse na educação da população desde a infância, ensinando nossas crianças, adolescentes e jovens a ter uma mentalidade preventiva, estes chegariam ao mercado de trabalho como funcionários ou como empreendedores muito mais qualificados e menos propensos a sofrem acidentes.
      A falta de cultura sobre SST, a falta de uma mentalidade preventiva no Brasil vem de berço.
      Segurança e Saúde no trabalho não deve abranger somente o ambiente de trabalho, deve trazer um processo de transformação na vida das pessoas em todos os aspectos da vida humana. Uma gestão de SST bem feita deve levar as pessoas conhecimento e como resultado, mudar hábitos e comportamentos.
      Por isso não concordo com o fim da CIPA, mas uma revisão que a adeque a realidade de hoje e busque diminuir essa deficiência de conhecimento tanto por parte do empregador e empregado.
      Meu sonho seria ver o governo criar programas de treinamentos também para os empresários, buscando conscientizá-los a respeito deste assunto.
      Conhecimento gera valorização da vida humana, gera investimento, gera mais conhecimento, mudança de hábitos e comportamentos, que resulta em diminuição de acidentes, menos gastos com acidentados.
      Todo o povo seria beneficiado.

      • Herbert Bento

        Edna, excelente texto. Obrigado por agregar seu conhecimento aqui no nosso artigo.

    • Sérgio Francisco Arruda

      Bom dia!”
      Sou contrário à extinção da CIPA, entretanto, como já sugeri em participações em seminários, comitês e outros, deveriam extinguir a estabilidade, por que, infelizmente, o brasileiro tem a triste mania de aproveitar o ensejo (se é que todos entenderam o que quis dizer). Triste ver ótimos empregados, se transformarem em verdadeiros “monstros” após conseguir a malfadada estabilidade. Como já sugeri, deveriam englobar um abono salarial durante o mandato de um ano, ou uma cesta básica mensal, ou outra coisa qualquer como forma de incentivo à participação efetiva e eficaz, extinguir a CIPA jamais, porque, ainda, tem pessoas realmente de grande caráter e interessadas em ajudar.

      Um abraço a todos

      • Herbert Bento

        Sergio, obrigado por seu comentário.

      • Alexandre M

        Boa tarde.
        Tenho o mesmo pensamento teu, na minha opinião o CIPEIRO recebendo 10% de um salário mínimo já estaria de bom tamanho, bem melhor do que estabilidade.
        E esta bonificação deveria estar atrelada a resultados, como todo membro ter que apresentar, por exemplo, no mínimo 05 melhorias no mês. Outro ponto comentado era fusão da CIPA e da Brigada de Incêndio, tendo um único custo de treinamento, pois já vi várias situações de emergência que quem teve iniciativa foi o brigadista e não o CIPEIRO. E eu colocaria mais requisitos, como não poder ter tido advertência em menos de 01 anos, condições físicas e intelectuais (prova pré candidatura).

        • Herbert Bento

          Alexandre, interessante a ideia de unir CIPA com Brigada. Seria um caso a se pensar.

    • Jose luiz reis de sousa

      Minha formação é na área elétrica ( técnico em eletrotécnico e técnico em segurança do trabalho) também atuei como diretor de sindicato do setor elétrico e trabalhei durante 33 anos nas centrais elétricas do Pará e vejo que esta discussão são de pessoas que não detém o conhecimento de que é importância de uma CIPA ao combate as doenças profissionais, aos acidentes de toda a natureza, na redução de perdas, na contribuição do aumento de produção das empresas, portanto o que deveria ser discutido é alternativas de melhorar as ações dos e seus membros e a capacitação para atuar com eficazes e não fazer da CIPA um cabide de estabilidade de empregos para cipeiros sem compromisso com a saúde, segurança e da própria empresa, portanto o problema não é e não está na CIPA e sim daquele que elege e daquele é eleito, A CIPA ainda é uma ferramenta indispensável para combater acidentes de trabalho e doenças profissionais nas empresas.

      • Herbert Bento

        Jose, obrigado por seu comentário.

    • Jadir da Silva Soares

      Sou contrário a extinção da CIPA. O que falta para essas comissões e um plano de trabalho bem definido, com metas e objetivos claros e um plano de ação e gestão para medição desses objetivos previamente planejados e estabelecidos. O que ocorre comumente e que primeiro os cursos de formação de membros da CIPA são ruins em sua maioria, isso porque a CIPA foi criada para atendimento a uma obrigação legal, as empresas não dão a devida assistência as mesmas e nem os SESMTs fazem a assistência que deveria fazer, promovendo reciclagens por exemplo e outros treinamentos de capacitação dos membros as atividades de prevenção, E mais fácil apontar o dedo e criticar, o que para mim e uma deficiência do SESMT e não da CIPA. Falo com a experiência de quem conhece esse cenário já de muitos anos (1991 até hoje) tanto em empresas nacionais com multinacionais, onde dependendo da cultura da empresa multinacional a CIPA e bem preparada, valorizada, útil e necessária, as ações de prevenção. Portanto, ao invés de exterminar, defendo que os SESMT devam se preparar melhor para atender as necessidades desta comissão e torná-la assim uma estrutura necessária a prevenção de acidentes.

      • Herbert Bento

        Jadir, muito obrigado por seu comentário!

    • GETÚLIO GUIMARÃES DOS SANTOS

      A CIPA É UM INSTRUMENTO MUITO IMPORTANTE PARA A PREVENÇÃO DE ACIDENTES

    • Marco Antonio Justino de Faria

      CIPA ajuda, sim ajuda e muito! Só que deve passar por algumas mudanças, tal como: CIPA gestão de apenas 1 ano…. deveria ser pelo menos de 2 em 2 anos e sem reeleição!

      • Herbert Bento

        Marco, obrigado por participar!

    • Hamilton Pasqual junior

      A CIPA sempre foi importante como ferramenta nos trabalhos de prevenção, na minha opinião deve continuar. Sou a favor em renovar as normas da NR-5 e extinguir a estabilidade para cipeiros, pois é isto que torna a CIPA atraente e ao mesmo tempo acaba marginalizando os cipeiros.

      • Herbert Bento

        Hamilton, muito obrigado por participar.

    • Rodrigo Romão

      Eu também sou a favor que seja reduzida para 1 ano e isso somente para titulares. Acabar com a CIPA seria retroceder anos 80 e 90 onde acontecia muitos acidentes de trabalho. E também concordo poderia diminuir a carga horaria do curso de 20 horas, e revogar da NR – 05 o item 5.33 a alínea “d” do tema AIDS.

      • Herbert Bento

        Rodrigo, obrigado por sua participação!

    • paulo@engesig.com.br

      Sou o Eng. Paulo Cesar

      Sou a favor a extinção da CIPA, haja vista que, é notório que a maioria se inscreve nela, já para garantir uma estabilidade e, os que ganham uma estabilidade de dois anos. Como disse nossa colega a favor da CIPA que poderíamos remodelar a estabilidade, ou seja, retirar esta estabilidade. Seria evidente que uma pequena parcela, alias muito pequena a participação na CIPA. Veja que a CIPA era algo muito importante a tempos atrás, mas agora é redundante dando mais prejuízos, tanto a empresa quanto ao próprio funcionário que por não entender do assunto fica sendo cobrado, algumas vezes punido e por outro lado mau visto pelos colegas sem poder cobrar a simples utilização dos EPIs.

      • Herbert Bento

        Olá Paulo Cesar, muito obrigado por sua participação.

    • Paulo Altair Araujo Soares

      A falta de cultura prevencionista, a falta de gestão adequada da Segurança e Saúde Ocupacional nas organizações, o despreparo de alguns gestores e o desconhecimento de gestão de riscos, a não plicação de recursos na formação/aperfeiçoamento intelectual dos trabalhadores, a visão rômbica e obtusa de empresários que sé enxergam a SST com gasto, a crise de competência dos profissionais de SST e a submissão ao poder econômico para garantir emprego, a falta de incentivo do governo para as empresas que investem em SST, a falta de uma estatística séria e real do quadro acidentário nacional, a preocupação com custos de produção, a competitividade das organizações mais estruturadas com resultados palpáveis pela qualificação da mão de obra.
      O não entendimento sobre a importância da CIPA como fórum de discussão interna, dando oportunidade de reconhecer além da capacidade técnica de seus integrantes, suas experiências no equacionamento de não conformidades que comprometem a saúde e segurança das pessoas;
      As disputas internas da hierarquia subalterna por reconhecimento que obstaculizam a atuação da CIPA;
      A total falta de educação prevencionista desde a infância;
      O desconhecimento dos mecanismos legais (constitucionais e infraconstitucionais) que remetem à adoção de cautelas e recursos de garantia da integridade física e da saúde das pessoas que “estão” trabalhadores de todos os níveis;
      A falta de uma Política de Estado sobre Segurança e Saúde no Trabalho e, finalmente;
      A falta de preparo adequado dos integrantes do Executivo e Legislativo que lhes permita uma análise criteriosa sobre o tema e que repercuta em benefício para a população trabalhadora e empreendedora.
      Tudo isto leva a uma posição estúpida, incoerente, inconsequente e imoral de sugerir qualquer redução, supressão ou flexibilização de regulamentos que têm como escopo a proteção da saúde e da vida do cidadão que trabalha.
      Quem sou eu para opinar?
      Advogado, Técnico de Segurança do Trabalho, Higienista Ocupacional, Professor e Coordenador de Cursos de Formação de Técnicos de Segurança, Palestrante e Instrutor de Cursos de Formação de Ciperos com 45 anos de trabalho dedicado à causa prevencionista e 35 anos exercidos na Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho – FUNDACENTRO – Que está em vias de desmonte e provavelmente venha a ser extinta.
      Se minha opinião tem valor?
      Avaliem por si mesmos!

      • Herbert Bento

        Paulo Altair, muito obrigado por agregar no nosso artigo!

    • vanilson

      Boa tarde amigos prevencionistas!
      Não sou a favor de acabar a CIPA, porém precisa de alguns ajustes e reformulação rápida para não se tornar algo tão sem necessidade, mais que venha verdadeiramente ser de muita utilidade no que diz respeito a SST. Mudanças já!!!

      • Herbert Bento

        Vanilson, obrigado pelo comentário.

    • Shirley Irineu Arcanjo

      Olá, boa tarde!
      A empresa que tem em seus valores a segurança do trabalho, independentemente se haver CIPA ou não, irá fazer uma gestão com a maior segurança possível.
      A CIPA pode muito bem ser substituída, como na prática isso já ocorre, pela liderança da empresa, que são os representantes imediatos de todos os colaboradores, sem a necessidade de manter a segurança de emprego e processos burocráticos com menos perda de tempo.
      Uma gestão voltada à prevenção há o comprometimento de todos.
      Quem trabalha com sistemas KAMBAN, JUST IN TIME, 5W2H, já inclui segurança em seus processos a fim de gastar menos e fazer mais.
      A opção de aumentar o dimensionamento do SESMT e/ou SST pode ser uma boa, lembrando que tudo vai depender da missão e visão da empresa.
      Obrigado e bom fórum à todos.

      • Herbert Bento

        Shirley, obrigado por agregar aqui no artigo.

    • Marcio Musete Funes

      Concordo com a extinção da Cipa, quando ja se tem um Técnico de Segurança, pois muitas vezes acabam prejudicando o serviço do Técnico

    • Luís Henrique Ferreira Amado

      Bom dia! Então é um assunto bem relevante e complexo; quando o assunto é segurança do trabalhador e o que pode e o que não pode ser mudado na CIPA. como já foi falado e comparado: Tem os seus dois lado da história; contras e a favores. No meu vê como você mesmo já comentou, tem que ser apresentado com bastante estudo e análise da causa uma mudança que venha melhorar e ajudar os TST e o SESME da empresa. É sabido por nós que os tempos de hoje são outros e tudo que foi elaborado no passado assim como leis, normas, regras e procedimentos precisam acompanhar as mudanças e necessidades do momento. Acho sim interessante e necessário essa preocupação em melhorar o sistema e poder acompanhar e mudar o que for necessário no presente e tornando o futuro nós locais de trabalho bem mais eficientes principalmente referente a tudo que se torna obsoleta ou não está desempenhando o real papel ao qual é a sua finalidade. Obs.: Espero ajudar em alguma coisa; essa é a minha forma de pensar; sem ser radial, mas sou a favor de mudanças; principalmente quando a sua finalidade é melhorar o sistema atual; boa tarde.

      • Herbert Bento

        Luís, muito obrigado por seu comentário.

    • André Rodrigues Martins

      Bom dia, Sou técnico de segurança a 13 anos onde trabalhei, de consultor técnico 8 anos na rea de segurança, onde hoje trabalho 5 anos em uma empresa de moveis, e a experiencia que tenho em relação a CIPA é que 90% os funcionários se escrevem por motivo da estabilidade, onde li algumas mensagens acima e teve uma dizendo que o presidente da CIPA teria de ser o proprietário, respeito opinião, Mas imaginaríamos uma empresa com objetivo de produzir moveis por exemplo e o empresario tentar vender sua mercadora para manter empresa realizar investimento em NR12, NR, 11,NR 35, NR 10, NR 05 NR 33 e etc!!!! e ainda ser presidente da CIPA?
      Como falei Sou técnico de segurança a 13 anos, mas CIPA e para eleger funcionários malandros onde ficam desgastando empresários que mantem vários empregos. Certamente também um Cipeiro tira a vaga de emprego de um pessoa que realmente queira trabalhar e sustentar sua família.
      A empresa enquadrada pela nr 4 Dimensionamento do SESMT ja paga por um profissional apto para realizar segurança e não para dar treinamento de seus serviços para funcionários que queiram estabilidade de emprego e não realmente trabalhar. E outra coisa a CIPA de minha empresa funciona, mas tem que estar fazendo com que eles fassem alguma coisa porque querem estabilidade!!!! Tem que mudar a NR5, Onde tem SESMT não precisaria CIPA!!!!!!!!!!

      • Herbert Bento

        André, obrigado pelo comentário.

    • Concordo que a CIPA deve acabar… aqui não é eficaz, um vez que, não há comprometimento prevencionista e sim, interesse próprio pela estabilidade.

      • Herbert Bento

        Ricardo, obrigado por comentar.

    • Sanchez

      Bom dia

      Essa ideia de acabar com aquilo que um dia foi dificil de alcançar não é o caminho, acredito que da forma atual realmente não funciona visto que infelizmente alguns profissionais abusam dessa “garantia de emprego”;

      O que precisa é modernizar, fazer ajustes para que realmente atinja o fim desejado que é a efetiva participação do colaborador no que tange segurança do trabalho;

      • Herbert Bento

        Sanchez, obrigado por seu comentário!

    • Maxwell

      Bom dia a CIPA, não é tão importante na prática pois a maioria dos cipeiros estão despreparados para tal cargo, Ai você me diz e o treinamento?
      Esses funcionários usam esse tempo de treinamento para descansar, muitas vezes até dorme.

      • Herbert Bento

        Maxwell, obrigado por compartilhar!

    • Josemir Oliveira

      Eu defendo veementemente a revogação da NR 05, em nenhuma experiência que tive, pude ver de fato uma
      CIPA realizar suas atribuições, sempre depende do TST pra tudo, não absolve sua responsabilidade contextual e isso resulta em um acúmulo de atividades pro TST sem ganhos, apenas documentar-se para possíveis fiscalizações. Concordo plenamente com o fim da CIPA, deveria ser realmente opcional para as empresas.

      • Herbert Bento

        Josemir, obrigado por compartilhar sua experiência conosco!

    • Sergio

      Concordo com o fim da CIPA, pelos seguintes motivos:
      1) na sua maioria elas são compostas apenas para atender a legislação;
      2) os candidatos só fazem parte pela estabilidade e ainda assim não vão nas reuniões;
      3) os empregadores não querem ter gastos com CIPA, SIPAT, Treinamentos, Funcionários fora do trabalho, manipulam as inscrições, e por aí vai.
      Concordo com alguns pontos colocados nos comentários, hoje há várias ferramentas que surtem mais efeito do que as CIPA e que são realizados pelos SESMT e TST.
      Na minha opinião, não serve pra nada.

      • Herbert Bento

        Sergio, obrigado por comentar!

        • pereiramota2014@gmail.com

          Bom dia.
          Credito eu que devem ser feito alguns ajustes para melhorar o conceito CIPA, um exemplo diminuí a instabilidade de dois anos para um ano. porque sabemos que a maioria se preocupa com o tempo de instabilidade devemos ter competência para trabalhar numa empresa e não se apegar a dois anos de instabilidade.

    • CIPA eficaz, somente com TST eficiente!

    • SANDRA

      Eu acho que a CIPA deveria ser levada mais a sério pelos diretores e gerentes das empresas.
      Não deveria ser algo deixado a cargo apenas dos funcionários. Segurança na Empresa envolve todos os cargos, funções e hierarquias. Então acredito que isso funcionaria efetivamente.
      Em relação aos treinamentos mensais, isso deveria envolver equipes de treinamento, em escalas alternativas, para que todos se envolvessem de forma ativa, nas palestras e treinamentos continuados. Enfim, penso que a Cipa deveria ser prioridade máxima da empresa, como um todo, e os técnicos e engenheiros responsáveis deveriam se dedicar mais nesse aperfeiçoamento contínuo. Não se trata apenas de segurança no trabalho, mas de humanização e elevação do nível de consciência comunitária, profissional e social também.

      • Herbert Bento

        Sandra, obrigado por sua contribuição!

      • SANDRA

        Mas acho que deveria excluir a estabilidade. Pois as responsabilidades da CIPA é algo que deveria surgir de forma espontânea em cada trabalhador. Uma “Consciência de Trabalho em Equipe”, que diz respeito a todos.

    • Mauro de Souza Rodrigues

      Sou um Téc. de Segurança aposentado. Iniciei a minha carreira em 1974 no Estaleiro Verolmem em Angras dos Reis, trabalhando 19 anos, depois trabalhei na Fábrica de Tecidos Nova America 05 anos e por final na Rio de Janeiro Refrescos (Coca Cola) por 11 anos. Sempre achei que CIPA é cabide de emprego. Porque: Os funcionários se escrevem para a candidatura e depois não são liberados para os treinamentos e nem comparecem nas reuniões, não tem peso nenhum em relação a Prevenção. Eu acho que o Presidente da Cipa tem que ser o Diretor Presidente da Empresa e não outra pessoa que também muitas vezes não comparecem as reuniões. Em fim a CIPA não cria nada. Um abraço, Mauro de Souza Rodrigues. (removi seu e-mail por segurança)

      • Herbert Bento

        Olá Mauro, muito obrigado por agregar em nossa discussão.

    • Ramon Sousa

      Bom dia !

      Ola caros colegas!

      Respeito todas as opiniões, mas acabar com a CIPA acho um pouco extremista, já trabalhei em Empresas onde a CIPA faz grande diferença na prevenção, como também em algumas Empresas a CIPA existe apenas para cumprir a legislação ( só existe no papel rsrsr, infelizmente!). Tudo depende do ponto vista como é encarado, da importância que as Empresas dão, da mesma forma acontece com o SESMET. E aí ? A solução é acabar? Desempregar? O que precisa mesmo é cobrança das autoridades sobre evidencias da atuação das CIPA’s e dos SESMT’s.

      • Herbert Bento

        Ramon, obrigado por sua opinião!

    • Lacides

      Acho que tem que diminuir o curso de 20 horas, pois existem muitos temas como aids, previdencia, primeiros socorros que são assuntos que podem ficar de fora do treinamento e fazer em outra ocasião.

      • Herbert Bento

        Lacides, obrigado pelo comentário.

    • psclaudiney@gmail.com

      Bom, primeiro respeito a opinião de todos e como prevencionista passo pelos mesmos dissabores com Cipa. Tenho 12 anos de experiência de registro como técnico em duas empresas, sou registrado e ainda presto serviços de treinamentos em outras empresas, tenho acompanhado Equipes de Cipa em várias empresas e a complexidade é muito grande, de um lado como eu disse inicialmente a expectativa de uma equipe que possa ajudar mais e de outro lado funcionários mal intencionados fazendo mal uso da estabilidade e ainda alguns profissionais TST que não evidenciam o trabalho dos cipeiros, não dando a devida importância ao grupo. Não acho que deveria terminar a Cipa no meu caso é de grande ajuda e acredito que para outros profissionais também, mas reduziria a estabilidade para apenas um ano e não dois como é hoje, esta sim seria uma alteração muito significativa. Desta forma continuaria a cipa, mas com apenas um ano de estabilidade. Todos os cipeiros problemáticos que acompanhei só passaram a dar problemas e utilizar mal a estabilidade no segundo ano de estabilidade e não no ano de participação como ciperio. Entendo que o segundo ano de estabilidade é desnecessário.

      • Herbert Bento

        “psclaudiney”, obrigado por comentar aqui!

    • Hugo de Mello Portella

      Bom dia pessoas. Acho que as CIPAS não precisam acabar, mas sim modernizadas. Começar com a questão das estabilidades de dois anos, acho que isto se transformou em cabide de emprego para quem tem medo de ser despedido em função de produtividade ou de quem já foi do sindicato, procura formas de garantir seu emprego.
      Poderia ficar da seguinte forma, estabilidade somente no período do mandato que é de um ano. Vivenciei este esta forma e na minha opinião as coisas funcionavam melhor dos que as atuais.

      • Herbert Bento

        Hugo, obrigado por comentar.

    • Marcus Vinicius

      Se a CIPA for extinta a SIPAT também será?

      • Herbert Bento

        Marcus , é uma boa pergunta. Na minha visão, a empresa pode fazer a SIPAT mesmo sem CIPA. Eu acho legal ter uma semana para tratar de temas relacionados a prevenção, desde que de fato contribua com esse objetivo.

    • Carlos Alberto de Paula

      Infelizmente na maioria das empresas a CIPA não funciona. Acredito em se discutir outras formas de apoio ao SESMT.
      Carlos.

      • Herbert Bento

        Carlos, obrigado por sua participação.

    • Kleber Rosemberg

      Concordo com alguns companheiros sobre o fim da estabilidade, pois gera funcionário ocioso sem responsabilidade alguma com o dept de seg do trabalho. porém não da CIPA que ao mesmo tempo tem contribuido muito em outra ocasiões como ajudar a fiscalizar a empresa.

      • Herbert Bento

        Kleber, obrigado por comentar.

    • julio alves

      Dizer que a CIPA não funciona por conta de incapacidade de gestor de SST denota presunção e até falta de caráter. É minimalista e simplório demais atribuir uma única causa a um problema que envolve uma grande quantidade de fatores e pessoas.
      Já trabalhei e treinei CIPA de pequenas empresas, grandes empresas e até multinacionais famosas e afirmo que, na esmagadora maioria das vezes, a CIPA poderia ser substituída com vantagens por um profissional com treinamento e olhar dedicado a SST.

      • Herbert Bento

        Julio, obrigado por sua participação aqui no nosso artigo!

      • Valdicéa Salignac de Souza

        A resposta do colega foi a melhor. Concordo quando cita a má gestão do setor de SSMA, porém, o posicionamento de outro de que a estabilidade poderia ser de 01 ano está muito boa.
        Tb realizo treinamento de CIPA e percebo que o SSMA sozinho não consegue disseminar a cultura de Segurança na empresa, necessitando da CIPA, e por se tratar de Grupo Heterogêneo, a detecção dos riscos está sempre à frente. Existe situação de empresas que não necessitam atender à NR-4, cabendo à CIPA fazer o trabalho de Prevenção.

    • SAMANTHA RODRIGUES

      Sou a favor do fim da CIPA, pelo seu desuso, já que hoje, com tanta normatização, existem várias comissões e acabam tendo os mesmos objetivos. Há casos em que a empresa precisa ser extinta e não tem como fazer o desligamento dos empregados da CIPA, gerando desconforto e confronto com o SESMT. Há casos que só gera estabilidade aos Cipistas e há casos, que o trabalho de prevenção de acidentes fica prejudicado pelo cipista irresponsável. Só a favor do fim da CIPA sim!

      • Herbert Bento

        Samantha, obrigado por comentar.

    • Oscar

      Nao podemos nem pensar em acabar com a cipa pois onde funciona resolve muitos problemas de seguranca do trabalho ela pode ser remodelada quanto a estabilidade e que os empresarios nao aceitam e os investimentos mas o que é mais caro uma indenização por morte ou investimento em segurança ou sequelas de um acidente com a vida das pessoas precisamos presevar e se a empresa não tiver obrigação acabou a segurança nenhuma empresa vai fazer

      • Herbert Bento

        Oscar, obrigado por comentar.

    • Felipe

      Bom dia Herbert,
      Na pouca vivencia na área de segurança do trabalho em algumas empresas observei o não funcionamento da CIPA como segue o contexto, a falta de incentivos da parte de empregador geralmente só se fazer cumprir a norma e não o objetivo dela.
      Flexibilizar sim porque sei que a realidade em alguns locais são diferentes dos mencionados acima.

      • Herbert Bento

        Felipe, obrigado por comentar!

    • Edson Luciano Floriani

      Bom dia, na minha opinião um dos grandes problemas da CIPA é a estabilidade que muitos colaboradores entram na CIPA somente pensando nisso, sou a favor do fim da estabilidade.

      • Herbert Bento

        Edson, obrigado por comentar.

      • Paulo Sérgio

        Paulo Sérgio
        28/08/2019
        Bom Dia, concordo com a opinião do Edson, um dos grandes problemas da CIPA é a estabilidade que muitos colaboradores entram na CIPA somente pensando nisso, sou a favor do fim da estabilidade.
        Não deveria retirar a CIPA , e sim a estabilidade.

    • Elisaldo Alves da Neto

      Veja bem a situação não é acabar com a cipa e sim moderniza lá e torná-la ela menos ampla e mais prática, pois vive as mesmissimas coisas e para aqueles que não tem uma esperiencia o facilitará. Então vejo que a cipa deve ser também bem correspondida a NR-5 e ficar as informações para que não fique desamarrada. Poucos são aqueles que contribuí para a CIPA ou seja será que é culpa do TS ou a empresa está pouco se importando, pois o custo alimenta para ela. Cada dia vejo o quanto beneficiam as empresas e os acidentes crescendo, pois é o que vc aí acontecer se a cipa for instinta.

      • Herbert Bento

        Elisaldo, obrigado por participar.

    • Jose Mojica de Matos

      A cultura de segurança de uma empresa nasce e vive através da CIPA.

      • Herbert Bento

        Jose, obrigado por comentar.

    • José Vicente

      Eu acredito que deve sim acabar com a CIPA ou deixar a critério da empresa em fazer ou não.

      • Herbert Bento

        José, obrigado por registrar sua visão.

    • JUSCELINO RIBEIRO

      TRABALHO HÁ ALGUNS ANOS EM CANTEIRO DE OBRAS, NUNCA VI UMA CIPA FUNCIONAR. TEM QUE ACABAR MESMO(ESTOU ANALISANDO PELA SITUAÇÃO DOS CANTEIROS DE OBRA).
      PARA CAPACITAÇÃO DE TRABALHADORES, SEMPRE QUEM FAZ É O SESMT.
      E AFIRMO QUE SE ACABAR COM A ESTABILIDADE, NINGUÉM PARTICIPA DA CIPA.

      • Herbert Bento

        Juscelino, obrigado por deixar seu comentário.

    • Herbert Bento

      Sua opinião é muito bem vinda, desde que bem embasada. Digite aqui!

      • Luiz Galante

        Sou a favor da extinção da estabilidade ou que seja reduzida para apenas 1 ano e isso somente para titulares. A estabilidade de 2 anos, favorece somente aos mal intencionados. Acabar totalmente com a CIPA, ao meu ver é um retrocesso, pois conheço empresas que as cipas funcionam muito bem obrigado, porém, algumas, quando o empregador só quer produção, e não quer investir um tostão na prevenção, as Cipas não passam de meros instrumentos de fachada. É isso!
        CIPA ruím, salvo raras exceções, é sinônimo de empregadores que não dão a mínima para a segurança do trabalho. A CIPA só se torna atuante, quando tem apoio, respaldo da direção da empresa. Quando é bem treinada e liberada uma vez por mês, para a participação nas reuniões. Às vezes o Cipeiro até quer comparecer nos eventos de segurança: tais como SIPAT, reuniões, mas o próprio encarregado do setor, não os liberam para estes eventos. Assim sendo, a CIPA se torna, somente papel de gaveta, assim como o próprio PPRA, que em certos casos ninguém lê nem coloca em prática as recomendações do cronograma anual de ações e metas. Em resumo: cipa ruím, tem por trás o desinteresse da empresa em que se faça cumprir as regras de segurança. CIPA Atuante, tem por trás uma empresa consciente que investe o mínimo que seja, para a prevenção e a saúde dos trabalhadores.

        • Herbert Bento

          Luiz, obrigado por seu comentário.

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