No Grupo Elite da Segurança do Trabalho há profissionais de diferentes áreas de especialidade.

Um exemplo é o De Martini que conhece muito da área ambiental (link para o web-site da De Martini Ambiental no final do artigo).

Esses colegas demonstram seu conhecimento tirando dúvidas de outros colegas.

Porém, de vez em quando, alguém ministra uma aula dentro do grupo.

Foi o que aconteceu recentemente, quando o De Martini decidiu falar um pouquinho sobre as hierarquia de controles, assunto esse que ganhou destaque no novo texto da norma ISO 45001.

Então eu consegui autorização do De Martini para postar aqui essa aula.

“Olá, pessoal!

Estou passando por aqui no GEST para uma “apresentação-relâmpago” sobre a Hierarquia de Controles, obrigatória na recém lançada ISO 45001.

Controlar a exposição dos perigos é fundamental para proteger os trabalhadores.

A nova ISO 45001 (Sistema de Gestão de Saúde e Segurança) herdou da OHSAS 18001 uma hierarquia para implementar controles eficazes.

Esta pirâmide invertida representa a priorização destes controles.

Os métodos do topo (eliminação do perigo ou substituição de fatores perigosos por não perigosos) são mais eficazes e protegem melhor do que os da parte inferior (medidas de proteção ou uso de EPI).

Por isso falamos de hierarquia, ou seja, existe uma sequência preferencial de controles.

Seguindo a ordem da pirâmide, devemos sempre começar de cima para baixo, nessa ordem:

eliminação -> substituição -> controles de engenharia -> controles administrativos -> EPI

Assim obtemos melhores resultados na prevenção de acidentes e doenças.

Por exemplo, qual é o controle prioritário para evitar uma situação potencial de colisão de um carro com um ciclista?

O primeiro controle deve ser a eliminação do carro da via onde o ciclista trafega.

Caso isso não seja viável, a segunda medida preferencial de controle é a SUBSTITUIÇÃO da rua compartilhada por trechos da rua segregados, separando os carros dos ciclistas.

Caso a substituição também não seja viável, pode ser feito um CONTROLE DE ENGENHARIA, como engenharia de tráfego, com sinal de trânsito (semáforo para os paulistas) para ordenar o trânsito.

Um controle menos eficaz é o CONTROLE ADMINISTRATIVO. Neste caso, a sinalização através de placas.

Apenas como última alternativa é que se deve adotar o Controle através de EPI.

Na prática, alguns controles são adotados simultaneamente.

Mas é importante que saibamos qual é a hierarquia correta para buscarmos soluções eficazes.”

Uma pequena dose de conhecimento, porém quando absorvida todos os dias, fará uma grande diferença no seu futuro profissional.


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Links úteis:

Clique aqui para visitar o web-site da De Martini Ambiental, empresa de consultoria e auditoria do De Martini, autor deste artigo.


Luiz Carlos De Martini Junior
Luiz Carlos De Martini Junior

Doutor em Meio Ambiente (UERJ), Mestre em Engenharia de Produção (COPPE/UFRJ), Especialização em Engenharia Ambiental (EE/UFRJ), Engenheiro Químico (UFRJ). Diretor da De Martini Ambiental. Implantou Sistemas de Gestão em diversas empresas. Auditor Líder Certificado em SGA e CONAMA 306 pelo RAC.