Prezar pela segurança do trabalho não se trata apenas de fornecer alguns equipamentos de segurança. Por isso, nesse artigo você aprenderá como fazer mapa de riscos !

É claro que os equipamentos de segurança são uma parte essencial dentro da segurança no ambiente de trabalho.

No entanto, há muitos outros aspectos que são importantes para garantir a segurança de todos e um deles é o mapa de riscos.

O que é o mapa de riscos e para que serve

O mapa de risco é uma maneira eficaz de efetuar a proteção dos funcionários, deixando bem evidente quais os riscos que um ambiente de trabalho pode apresentar.

Para elaborar o mapa de riscos é necessário promover um estudo completo da organização, para que dessa forma se possa tecer um diagnóstico preciso sobre os riscos e perigos presentes em cada um dos setores.

O mapa de risco é uma excelente maneira de evidenciar os riscos que os funcionários podem correr no exercício de suas funções, porque ele é uma espécie de representação gráfica.

Esses riscos são oriundos nos mais variados elementos presentes nos processos e desenvolvimento das atividades no trabalho, tais como:

• Materiais;
• Equipamentos;
• Instalações;
• Suprimentos;
• Espaços de trabalho;
• Arranjos físicos;
• Ritmo de trabalho;
• Metodologias de trabalho;
• Turnos;
• Jornadas;
• Treinamentos;
• Posturas de trabalho.

É claro que existem muitos outros elementos que são existentes nos processos de trabalho, mas estes são alguns dos principais pontos a serem trabalhados ao se elaborar um mapa de riscos.

O mapa de riscos é elaborado possuindo como base a planta baixa do local de trabalho, e os riscos irão ser determinados por meio dos diâmetros dos círculos.

Quanto maior o círculo, maiores são os riscos que que aquele ambiente pode oferecer.

O mapa de riscos serve para inibir o acontecimento de acidentes no trabalho e assegurar a segurança de todo o grupo de colaboradores durante o desenvolvimento dos trabalhos.

Esse é o seu objetivo principal e certamente deve constar como objetivo de qualquer líder, gestor ou gerente dentro da empresa.

Com a identificação dos perigos e riscos, a união e sensibilização dos funcionários, o mapa constitui-se em um instrumento fundamental da área de segurança do trabalho.

Ou seja, além de promover um ambiente de trabalho mais seguro e saudável, fazer o mapa de riscos é uma forma de mostrar tanto para o público interno, quanto externo, que a empresa se preocupa com seus funcionários.

Isso causa uma boa impressão e traz muito mais confiança e credibilidade.

Além disso, quando a empresa consegue garantir a segurança no ambiente de trabalho, tornando-o mais seguro, protegido, saudável e agradável, os funcionários se sentem mais motivados, se esforçam mais e são mais ativos e participativos.

A produtividade aumenta e o bem-estar geral também.

Quando surgiu o mapa de riscos?

O mapa de riscos foi elaborado na década de 1960, na Itália. Ele foi trazido ao Brasil somente no final da década de 1970.

Conforme a produção industrial exibia aumentos significativos e, consequentemente, aumentou igualmente o número de acidentes de trabalho, o método da elaboração de mapa de riscos passou a ser usado nas indústrias e fábricas.

No ano de 1992, o mapa de riscos se tornou um elemento obrigatório nos ambientes de trabalho. A partir desse momento, o mapa de risco é requerido em todos os países onde a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) está atuante. Deixar de fazer o mapa de riscos pode acarretar em multas e sanções.

Pode não parecer em boa parte das vezes, mas o mapa de riscos permanece sendo um item obrigatório, de acordo com a NR 5 item 5.16.

Educação dos colaboradores a respeito da importância do mapa de riscos

O mapa de risco é construído pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), juntamente com as orientações do Serviço Especializado em Engenharia e Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) da organização em questão.

Tanto a CIPA como o SESMT devem conhecer os mapas de riscos elaborados em momentos precedentes.

Estar ciente desse verdadeiro histórico de mapas de riscos ajuda a aprender como a empresa pode ter evoluído ou regredido em termos de segurança e o que pode ter sido feito ou deixado de fazer, assim como os resultados obtidos.

Além de verificar os trabalhos precedentes, o CIPA e o SESMT devem fazer um levantamento da planta de todo o estabelecimento.

Saber qual a estrutura do lugar, assim como tudo aquilo que está contido nela permite fazer um mapa mais preciso e completo.

Outro pronto importante a ser averiguado são os dados estatísticos sobre cada setor e sobre a empresa como um todo.

Esses dados são essenciais para que os responsáveis pela elaboração do mapa de riscos sejam capazes de determinar aquilo que é prioritário.

A fim de se assegurar a eficácia do mapa de riscos, uma das melhores decisões a serem tomadas pelo gestor pode demandar o auxílio de profissionais que sejam especialistas em segurança do trabalho ou mesmo medicina do trabalho.

Pode-se contratar um profissional autônomo ou então através de uma empresa terceirizada.

Importante que o profissional escolhido saiba como fazer mapa de riscos.

Após a elaboração do mapa de riscos, o gráfico gerado a partir disso deve ser fixado em um lugar que tenha uma boa visibilidade e pode ser tranquilamente acessado por todos os colaboradores.

Além de servir como uma fonte de informação, o gráfico provoca na equipe um maior senso de responsabilidade e se torne mais cuidadosa, atentar e então muito mais preparada para poder lidar com as ocorrências que podem haver nesse ambiente de trabalho.

Ele funciona como um “termômetro” do grau de riscos e perigos e pode ser o mesmo para toda a organização ou ainda haver um gráfico específico para cada setor em particular.

Ele é igualmente um motor para a procura por resoluções e o uso de novas metodologias para a prevenção de acidentes no trabalho.

Passo a passo: como fazer mapa de riscos

É interessante pontuar que cada segmento ou nicho empresarial demanda um mapa de risco que seja adequado de acordo com suas características.

No entanto, há diversos elementos que são comuns a todas as empresas em geral, por serem abrangentes, amplos e genéricos.

Vamos dar daqui em diante um passo a passo sobre como fazer um mapa de riscos.

• Coleta de informações

O primeiro passo a se realizar para a construção de um mapa de riscos é a coleta de informações.

Não é possível fazer um mapa baseando-se em especulações ou confiando na memória de cada um dos colaboradores.

Fazer um mapa de riscos sem levar em consideração os dados reais sobre o que acontece dentro da empresa, além de não ser eficiente, sem trazer melhorias de fato para o local de trabalho, acaba fazendo com que se perca a confiança e credibilidade por parte dos funcionários com relação a empresa.

Sendo assim, deve-se efetuar uma coleta de informações e dados a respeito de cada porção do ambiente de trabalho, junto dos gerentes e dos colaboradores também.

• Diagnóstico da situação atual

Após a coleta de dados e informações, o próximo passo então é fazer um diagnóstico a respeito da situação atual no local de trabalho, no que se refere aos quesitos da segurança e saúde.

Os responsáveis irão analisar todos esses dados e a partir disso fazer um diagnóstico completo e preciso dos níveis de riscos que cada local possa estar oferecendo aos colaboradores.

Será verificado se a situação é mais ou menos crítica, o que está contribuindo para a ocorrência daquela situação, quais os problemas encontrados, entre outras coisas.

• Conhecimento dos processos do ambiente de trabalho averiguado

Um mapa de riscos só pode completo quando se tem um conhecimento profundo e real sobre o local de trabalho.

O ambiente de trabalho é muito mais complexo do que se possa parecer em uma primeira vista, então é essencial que a CIPA e SESMT busque tomar conhecimento de cada um dos processos de trabalho que são realizados no estabelecimento.

Quando se conhece o ambiente de trabalho, assim como todos os processos e atividades que são desenvolvidos nele, bem como as pessoas que fazem parte dele, a análise e diagnóstico dos riscos e a construção do mapa de riscos tem uma eficácia muito maior e efetiva.

Eis abaixo os itens que podem e devem ser conhecidos e registrados:

a) Os recursos humanos: número de pessoas que ficam naquele ambiente, sexo, faixa etária/idade, treinamentos profissionais, treinamentos de segurança, estado de saúde dos trabalhadores;

b) Jornada de trabalho: deve-se tomar nota de quais são as jornadas de trabalho. Isso quer dizer saber quais são os dias trabalhados, quais são os horários de trabalho, como funcionam os turnos, a quantidade de horas extras e assim por diante.

c) Materiais e ferramentas de trabalho: aqui devem ser anotados todos os materiais necessários como “matéria-prima”, como base das atividades dos trabalhos realizados, assim como como as ferramentas, máquinas e equipamentos que são utilizadas nessas atividades.

d) Atividades realizadas: é necessário fazer o registro de absolutamente todas as atividades efetuadas no local de trabalho, em todas as etapas, do início ao fim, de maneira minuciosa e completa. Não se deve omitir nenhuma ação realizada, por menor ou mais simples e “insignificante” que seja.

Além disso, é preciso anotar todos os processos constantes no desenvolvimento das atividades.

Em outras palavras, é preciso tomar nota de cada ação efetuada, nos seus mínimos detalhes, durante toda a sua execução e os processos que precedem e segue essas atividades.

e) Ambiente de trabalho: outro item imprescindível é conhecer o local de trabalho. Nesse sentido, deve-se procurar saber tudo aquilo que compõe aquele local de trabalho, qual as suas dimensões e proporções, como é a estrutura, que materiais compõem essa estrutura, se há portas, janelas, paredes, equipamentos, que tipo de material está presente no local, entre outros aspectos.

• Identificação de riscos

Essa é uma das principais e mais importantes etapas de elaboração do mapa de riscos da empresa, senão a mais importante.

Todas as etapas precedentes servem como um meio de engrossar o conjunto de dados necessários para permitir uma maior e melhor identificação de riscos.

A identificação de riscos consiste, primeiramente, na observação do local de trabalho, de tudo aquilo que faz parte dele, quantas e quais funcionários permanecem naquele ambiente.

Depois disso, analisa-se esses elementos em conjunto, efetuando-se uma análise desse local e identificando quais os ricos e perigos que ele pode oferecer.

Ande pelo local de trabalho, conheça cada pedaço dele, fale com os funcionários e saiba quais são as suas necessidades.

É fundamental que haja o maior detalhamento quanto possível, evitando que haja qualquer tipo de imprevistos durante o desenvolvimento das atividades no local de trabalho.

Após a identificação dos riscos e perigos, é preciso compreender quem são as pessoas que podem ser prejudicadas e sofrerem danos à sua saúde e integridade e como elas podem ser prejudicadas, de que maneira, em que grau/nível, como isso seria efetuado.

Somente a partir desse entendimento é que as ações de prevenção podem ser realmente eficientes e muito mais assertivas.

Todos os riscos devem ser avaliados, entender qual o seu grau de periculosidade, os impactos deles, quais as problemáticas envolvidas e saber qual a melhor forma de fazer a prevenção contra esses riscos.

É após essa etapa que tudo aquilo que possa oferecer riscos para os funcionários deve ser eliminado por completo, de maneira definitiva.

Se porventura não houver um modo de remover completamente os riscos desse local de trabalho, deve-se então promover o maior controle possível sobre esses riscos, a fim de que nenhum funcionário seja prejudicado e o contingente de acidentes diminuam.

Em seguida, deve-se fazer o devido registro de tudo aquilo que foi observado, analisado e descoberto a respeito de quantos e quais riscos que podem atingir as pessoas no local de trabalho.

Essa fase de registro é de suma relevância, não só para se efetuar o controle e prevenção de acidentes e compreender tudo aquilo que já foi feito em trabalhos anteriores, mas também porque isso é uma exigência legal.

Desse modo, você é capaz de uma forma panorâmica tudo aquilo que já foi realizado, como é possível reduzir ainda mais os riscos, vendo aquilo que funciona de fato e aquilo que não funciona.

Revisão e atualização da análise de riscos

Não menos importante, a revisão da análise de riscos, buscando sempre fazer uma atualização dessa análise de riscos no local de trabalho.

Por mais que se tenha efetuado uma boa análise e mapa de riscos e tenham se tomado medidas para eliminar e prevenir os perigos, essa atualização é essencial para evidenciar se esses riscos foram de fato eliminados, se as pessoas estão realmente cumprindo com a sua parte nesse processo, se o ambiente continua a oferecer antigos e/ou novos riscos e assim por diante.

Sendo assim, as análises e avaliações de riscos devem ser feitas de tempos em tempos, ou seja, feitas de forma constante, frequente. Deve-se então, primeiramente, fazer uma inspeção rigorosa.

É interessante elaborar um cronograma de avaliação de riscos, onde os profissionais responsáveis pelas análises e elaboração de mapa de riscos fazem uma nova análise e a decisão de novas ações.

• Identificação das medidas de prevenção e sua respectiva qualidade

Aquele velho ditado que diz: “Prevenir é melhor do que remediar” não se trata de um mero clichê quando o assunto é segurança do trabalho.

Obviamente é muito melhor e mais fácil lidar com alguma questão relacionada à segurança antes dela ocorrer, evitando-a do que ter que lidar com os danos colaterais causados por um acidente de trabalho.

Quando um acidente de trabalho ocorre, tudo o que pode ser feito pelo trabalhador é auxiliar nos tratamentos médicos necessários, mas o dano em si, mesmo quando é passível de ser remediado, não deixou de acontecer.

Sendo assim, estudar e aplicar medidas preventivas é essencial para inibir o máximo possível que esses acidentes ocorram.

As medidas de prevenção compreendem toda sorte de ações que buscam remover ou reduzir os riscos no trabalho, tais como:

o Ferramentas;
o EPC;
o EPI;
o Materiais para serem aplicados nos ambientes de trabalho;
o Treinamentos;
o Metodologias de trabalho.

Algumas medidas preventivas são de uso bem genérico e se configuram como sendo o primeiro nível de proteção, tais como:
– Sistema de combate ao incêndio;
– Utilização de extintores;
– Mangueiras;
– Hidrantes;
-Detector de fumaça;
-Redes protetoras;
-Guarda-corpo;
-Corrimão,
-Grades,
-Sinalizações,
-Proteções em áreas perigosas próximas às máquinas.

Existe um segundo grau de proteção, que são medidas administrativas, como, por exemplo:

– Diminuição do tempo de exposição aos riscos, como diminuição da carga horária e/ou semanal, uso de escalas e turnos;
– Treinamentos.

O terceiro nível de proteção corresponde ao uso de equipamentos de proteção individuais, que tem como intuito diminuir, de modo individual, os riscos e perigos de danos à saúde e integridade do trabalhador.

A NR6 é uma norma que torna obrigatório o fornecimento de EPI’s, de forma gratuita, a todos os trabalhadores, por parte da empresa, além de instruí-los sobre o modo correto de usar esses EPI’s.

Os tipos de EPI’s variam de acordo com o tipo de função e atividade que um trabalhador realiza, assim como qual parte ou partes do corpo que ela vai proteger, como, por exemplo:

– Óculos;
– Luvas;
– Protetores de ouvido;
– Botas/sapatos;
– Máscaras;
– Roupas especiais.

A higiene, limpeza e organização do local de trabalho também se configuram como uma medida preventiva.

Um ambiente de trabalho sujo e mal organizado, além de ruim para a imagem da empresa e prejudicial para o desenvolvimento de produtos e serviços, expõe o trabalhador à contaminação e doenças diversas e outros problemas.

O conforto é igualmente um item relevante.

Além de tornar a realização do trabalho mais agradável, mais eficiente e produtiva, ela evita que o trabalhador não desenvolva nenhum problema físico por conta da falta de conforto.

Equipamentos, máquinas e ferramentas de tamanho e altura adequada, cadeiras confortáveis, equipamentos com um design ergonômico, enfim, tudo isso evita doenças de trabalho como L.E.R. (lesão por esforços repetitivos), problemas de coluna, entre outros.

As chamadas inspeções de segurança, como dissemos no tópico anterior, também servem para prevenir acidentes, pois a partir delas é que se identificam não só as condições em que se encontra o ambiente de trabalho, mas também, quais são os grupos operacionais, quais são os processos de trabalhos e quem são os indivíduos envolvidos.

• Reclamações mais frequentes dos trabalhadores

Esse é um item crucial.

Nada melhor do que ouvir da própria boca dos colaboradores aquilo que eles têm a dizer, suas reclamações, quais os problemas que visualizam, quem já possui alguma doença decorrente do trabalho, razões para as faltas, entre outras coisas.

• Levantamentos ambientais precedentes

Conforme já foi falado anteriormente, é preciso averiguar e analisar os levantamentos ambientais anteriores, a fim de saber o que foi feito ou não, o que ainda funciona ou não, se algo mudou, etc.

• Quantificação do contingente de trabalhadores expostos

Nessa etapa, você irá descobrir quantos trabalhadores estão expostos aos riscos identificados no local de trabalho.

• Identificar e especificar os agentes de risco

Essa fase consiste na identificação e especificação de quais os agentes de riscos envolvidos, como, por exemplo:

1 – Tipo 1: riscos físicos;
2 – Tipo 2: riscos químicos;
3 – Tipo 3: riscos biológicos;
4 – Tipo 4: riscos ergonômicos;
5 – Tipo 5: riscos acidentes.

• Layout

O layout deve ser o layout da empresa.

Ele é composto pela planta da empresa, acrescido de desenhos e símbolos para representam estruturas, objetos, equipamentos, formato, design, etc.

Ele deve ser o mais completo e fiel possível a como o local de trabalho é na realidade.

• Cores

As cores são essenciais para o mapa de riscos.

Elas vão simbolizar os riscos existentes naquele local.

Cada risco pertence a um grupo de riscos operacionais e possui uma correspondente ao grupo operacional ao qual pertence.

• Círculos

O grau de periculosidade dos riscos é simbolizado pelos círculos.

Dessa forma, círculos grandes para riscos elevados; círculos médios para riscos medianos e círculos pequenos para riscos baixos.

Esses círculos são qualitativos, ou seja, são determinados em conformidade com os riscos notados pelos funcionários, SESMT e CIPA.

Deve haver uma espécie de legenda do mapa de riscos e os círculos devem constar nele. Além disso, ele deve ser idêntico àquele presente no layout do mapa de riscos.

• Disponibilização e acesso ao mapa de riscos

Quando estiver findada a elaboração do mapa de riscos e ele estiver pronto, ele deve primeiro ser aprovado pela CIPA.

Após a aprovação do mapa, ele deve ser disponibilizado e facilmente acessível a todos os trabalhadores, tanto dentro de cada setor em específico, quanto em lugares de circulação em comum, para que todos possam tomar ciência dele.

Elaborando um mapa de riscos com qualidade e eficiência

Se você tinha dúvidas sobre como fazer mapa de riscos com qualidade e eficiência, esperamos que esse tutorial tenha ajudado a resolver.

Sugerimos seguir à risca o passo a passo explicado nesse tutorial.

É trabalhoso, mas de extrema utilidade e importância para diminuir os acidentes de trabalho e prezar pela saúde e integridade dos trabalhadores.


Herbert Bento
Herbert Bento

Esse artigo foi publicado pela Equipe da Escola da Prevenção. Gostaria de debater conosco sobre esse assunto? Então venha conversar conosco no Grupo Elite da SST no WhatsApp.